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TERMO DE COMPROMISSO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
Os policiais militares e bombeiros aceitaram a contraproposta apresentada pelo governo do Estado, ontem (19), de um aumento de 18% a 26% no soldo dos praças, entre outras vantagens, e decidiram suspender o estado de greve que chegou a paralisar alguns quartéis do Estado. A assembleia dos militares foi encerrada por volta das 20h30, em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG), onde policiais e governo passaram o dia inteiro em negociações.
Ela destacou ainda a definição da jornada de trabalho de 40 horas semanais, o adicional de interiorização, o aumento de 50% para 70% do seguro de vida e o auxílio fardamento, que será incorporado ao salário. Os pontos que ficaram pendentes serão concedidos “na medida em que o Estado for adquirindo condições financeiras”.
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As associações de policiais e bombeiros militares vão se reunir em assembleia, na noite de hoje, para avaliar a proposta de reajuste feita pelo Governo Estadual às corporações. Ontem, em uma reunião que durou quatro horas, a Secretaria de Administração do Pará pôs na mesa o orçamento feito pelo Estado para atender as demandas dos servidores. Enquanto os militares pedem aumento de 100%, a contraproposta é de 14,13% a 22% para os praças -
Em entrevista ao Jornal Liberal 1ª edição, o Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar do Pará, Cb. Xavier, fala sobre movimento de paralisação e as negociações salariais e outras reivindicações que estão sendo feitas com o Governo do Estado em pró dos policiais e bombeiros militares do Pará.
Categoria reafirma indicativo de paralisação ao secretário de segurança. Reajuste ainda será discutido.
A coordenação do movimento grevista dos policiais militares do Pará reafirmou o indicativo de paralisação para o próximo dia 19, durante reunião com o secretário estadual de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, ontem à tarde, na sede da Secretaria de Segurança Pública (Segup). Os militares apresentaram a pauta de reivindicações, que tem como carro-

Participaram da reunião as lideranças da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Bombeiro Militar (Acspmbmpa), da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar (Assubsarpm), da Associação dos Subtenentes dos Bombeiros (Assbm/PA), da Associação dos Militares da Reserva Remunerada (Aspomire) e da Associação de Policiais Militares, Bombeiros Militares e Familiares (Aspol). "Na reunião, reafirmamos o indicativo de greve para o próximo dia 19. Se não houver acordo, a ideia é parar tudo. Nenhum militar sairá dos batalhões para atender ocorrências", anteciparam os líderes do movimento.
O percentual de reajuste salarial ainda será discutido. Nenhuma proposta foi apresentada na reunião. O assunto será discutido no próximo encontro com os demais secretários. A dirigente de uma associação explicou que o valor do reajuste ainda será discutido com base nos limites com gasto de pessoal permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Hoje, uma das principais preocupações da categoria é a "quebra de hierarquia" dentro da corporação viabilizada com o aumento do salário mínimo para R$ 622,00. Pois uma lei estadual regula o soldo (piso salarial) do soldado ao salário mínimo, sem prever o escalonamento vertical.
O movimento também requereu a abertura de uma mesa de negociação permanente para a discussão de outras exigências, como o aumento da gratificação de risco de vida, que hoje é de 50% para 100%; o cumprimento da lei de interiorização, que prevê o pagamento de uma vantagem na remuneração aos PMs que trabalham no interior; e definição e diminuição da carga horária, pois, hoje, segundo as lideranças, não há carga-
A mesa também servirá para discutir a longo prazo outras questões de interesse dos militares, como melhores condições de trabalho, incentivo à aquisição da casa própria, adicionais de tempo integral e dedicação exclusiva e o cumprimento da lei de previdência específica da categoria.
O titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup), Luiz Fernandes Rocha, apresentou hoje (03) o novo comandante geral da Polícia Militar do Pará: o coronel Daniel Borges Mendes, substituto do coronel Mário Solano. Ele foi apresentado durante entrevista coletiva realizada na sede da Segup, em Belém. Ontem (02), o governador Simão Jatene também anunciou que Tereza Cativo, que estava à frente da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), assumiu a Secretaria Especial de Proteção e Desenvolvimento Social, que estava sob a administração do vice-

Daniel Borges Mendes tem 48 anos e vai comandar um efetivo de 15 mil policiais militares distribuídos em todo o Estado. Ele possui 27 anos de serviços prestados à força de segurança estadual e estava no comando do Policiamento da Capital desde o mês de janeiro de 2011.

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